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O pronunciamento de Bernadete se
fundamentou em um dado para ela um tanto quanto estranho ou confuso:
recentemente, quando a questão foi debatida em sessão especial, mais
precisamente na última segunda-feira à tarde, o deputado Ítalo Macola falou
que, pelo visto, haverá a necessidade de se buscar ajuda externa, com o senador
José Sarney, por exemplo, para viabilizar essa obra que está em fase de
licitação, a qual deve ser divulgada até o próximo dia 20.
Bernadete lembrou que esta é uma
luta compartilhada sim e que ela mesma tem feito gestões junto ao governo
federal com auxílio do deputado Zé Geraldo. Contudo, “nós temos nossas
lideranças, como o governador Simão Jatene. O PSDB tem dois senadores. Então,
eu acredito que são lideranças que têm condições de fazer pressão para que
essas questões técnicas, de licenciamentos etc possam ser solucionadas para que
as obras sejam urgentemente iniciadas com fulcro de que essa hidrovia saia do
projeto, saia do papel para se transformar em realidade.
Outra questão abordada por
Bernadete diz respeito à Alpa que nunca foi instalada no Pará e que a Vale
perdeu interesse em implantar. Ela indaga por que o governo do Estado ainda não
cuidou de desapropriar a área onde o projeto seria instalado como forma de
pressionar a mineradora Vale a implantar a Alpa, que é de fundamental
importância para o desenvolvimento do Pará. Disse, com todas as letras, que o
paraense está cansado de ver o Pará ser vilipendiado em suas riquezas sem que
ninguém tome providências, as quais podem partir da verticalização mineraria,
bem como de medidas que forcem o governo federal a olhar mais para este Estado
que exporta suas riquezas para o desenvolvimento de outras unidades federativas.
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